
Retomo hoje um caminho interrompido tempos atrás. A folga foi voluntária, motivada por nada de especial, tal como nada de extraordinário determina o regresso.
Estive para o fazer criando outro lugar - cheguei a fazê-lo - mas pensei depois que não haveria motivos para tal, pelo que remonto ao poiso habitual.
É curioso - porque não foi premeditado - que esta decisão tenha sido tomada, precisamente numa altura em que nas telas da Grã-Bretanha, corre a versão filmada do livro de Evelyn Waugh, “Brideshead Revisited”, obra que já tinha dado origem a uma das minhas séries de televisão favoritas - e à qual me ligam laços afectivos muito especiais - protagonizada pelo então emergente e promissor Jeremy Irons, e que por cá foi titulada de “Reviver o passado em Brideshead”.
Aqui, porém, não se trata de fazer reviver o passado, antes retomar o passo de modo diferente, por caminhos diferentes, por vezes com pontas coincidentes com algumas das de outrora, mas sem fazer de tal facto, um desígnio.
E já agora, porque falo de “Brideshead Revisited”, acrescentar que o filme que ora estreia é protagonizado por Mathew Goode, a face da Hackett, uma das mais populares e conceituadas marcas de roupa masculina do Reino Unido.

Etiquetas: Brideshead Revisited, Hackett